A Associação dos Jornalistas de Cabo Verde (AJOC) veio a público condenar veementemente as recentes pressões, perseguições e tentativas de intimidação direcionadas a um jornalista afeto à área do desporto da Rádio Cabo Verde (RCV). Em comunicado, a organização que representa a classe jornalística cabo-verdiana manifestou a sua profunda preocupação com estes atos, exigindo a salvaguarda incondicional da liberdade de imprensa e o respeito pelo livre exercício da profissão no país.
O Caso e a Reação da AJOC
O episódio, que envolve o jornalista desportivo no cumprimento das suas funções de cobertura e análise de factos do universo desportivo nacional, é visto pela AJOC como um atentado inaceitável à independência e à autonomia da informação. A associação sublinha que a crítica desportiva e o escrutínio factual fazem parte do trabalho jornalístico legítimo e não podem, em momento algum, ser alvo de coações, represálias ou linchamentos públicos sejam estes promovidos por dirigentes, instituições ou adeptos.
Na sua tomada de posição, a AJOC repudia qualquer tentativa de condicionamento ou censura sobre o trabalho dos profissionais da comunicação social, lembrando que a liberdade de expressão e de informação são pilares fundamentais do Estado de Direito Democrático em Cabo Verde.
Defesa da Liberdade de Imprensa e Apelo às Entidades
Além da solidariedade expressa ao jornalista da RCV, a associação exorta as autoridades competentes e os organismos de regulação a tomarem medidas firmes para garantir que os jornalistas possam exercer a sua atividade sem receio de ingerências ou atos de retaliação.
A AJOC reforça que a proteção do exercício do jornalismo inclusivamente na esfera do desporto, muitas vezes sujeita a paixões e pressões acrescidas é crucial para manter a qualidade da informação prestada aos cidadãos e a saúde da democracia no país.
/BC Sports TV/
/Santiago Magazine/











